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Reforma tributária pode elevar exportações em 17% e gerar mais empregos, diz governo

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O diretor do Departamento de Operações de Comércio Exterior (DECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Renato Agostinho, destacou a importância das exportações para o mercado de trabalho brasileiro. Segundo ele, empresas que começam a exportar aumentam, em média, 37,6% o número de funcionários, com salários mais altos. Essa declaração foi feita durante o Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), organizado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) no Rio de Janeiro. Agostinho enfatizou que a nova estrutura da reforma tributária deve impulsionar esses números, projetando um crescimento de 17% nas exportações e de 12% na empregabilidade ao longo de 15 anos, de acordo com estudos do Ipea.

A reforma visa reduzir o chamado “custo Brasil” por meio de simplificação, não cumulatividade e cobrança no destino, aproximando o país de modelos adotados por concorrentes internacionais. A regulamentação da LC 214/2025 está em discussão na Receita Federal e prevê uma transição até 2033, quando o IBS, CBS e Imposto Seletivo substituirão tributos como PIS/Cofins, ICMS e ISS. Essa mudança é vista como uma oportunidade para jovens profissionais, já que o aumento nas exportações pode abrir portas para empregos qualificados e melhor remunerados em setores como indústria e comércio exterior.

Enquanto isso, no Distrito Federal, o setor empresarial projeta um Natal robusto, com alta de 10% a 15% nas vendas de itens sazonais, impulsionada pelo planejamento antecipado das ceias. Líderes como Álvaro Júnior, presidente do Sindiatacadista-DF, e representantes de distribuidoras como Sobebe e Merit, apontam para o domínio de produtos clássicos como panetones e bebidas, apesar de algumas rupturas de estoque. Essa movimentação econômica reflete uma confiança renovada, alinhada às perspectivas de crescimento nacional via reformas.

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