Rodrigo Starling, tenista brasiliense de 40 anos vinculado ao Iate Clube de Brasília, tornou-se vice-campeão do Mundial Individual de Masters na categoria 40-45 anos, disputado em Lisboa em agosto de 2026. O atleta chegou à decisão após vencer quatro partidas, mas foi superado por Fetov Mohamed, da Suíça, por duplo 6/2, garantindo o segundo lugar no ranking mundial da categoria.
Caminho até a decisão
Starling superou Nicolas Houard, da França, na terceira rodada, Carlos Villanueva, da Espanha, nas oitavas, Alexandre Nicolau, também da França, nas quartas, e Leandro Perera, do Uruguai, na semifinal. O torneio reuniu 128 jogadores e contou com ex-profissionais e atletas universitários, elevando o nível técnico da competição.
Preparação e motivação
O tenista concilia a prática esportiva com a carreira de servidor público e a vida familiar. Desde a infância dedicado ao tênis, ele prioriza o trabalho preventivo para manter o condicionamento físico e respeitar os limites do corpo. Essa abordagem permite que o esporte permaneça acessível em alto nível mesmo após os 40 anos.
É um resultado que realmente me impactou profundamente. Impactou porque foi um resultado expressivo tendo em vista o nível técnico que tinha no torneio, ex-profissionais, jogadores universitários, como eu fui também. Foi muito legal representar o Brasil, Brasília e o Iate Clube.
Rodrigo Starling
Starling destacou ainda a longevidade do tênis como fator positivo. “A gente cuida muito mais do preventivo, temos uma responsabilidade muito maior com o nosso limite. A gente conhece muito mais o nosso corpo. Eu acho que tem um aspecto positivo nesse lado, é gratificante. O tênis, em especial, é um esporte muito longevo que você consegue praticar em um bom nível, seja competindo ou não.”