A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido para abrir um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por supostas irregularidades em contratos da Dataprev com o Ministério do Desenvolvimento Social. O ministro André Mendonça analisa o requerimento, que representa a terceira investigação do tipo em poucas semanas.
Pedido de terceiro inquérito
A PF fundamentou o pedido em indícios de favorecimento a empresas ligadas a Lulinha e no possível uso de influência política para direcionar contratações. Duas investigações semelhantes já foram autorizadas na semana anterior, também sob relatoria do mesmo ministro do STF.
Reações das partes envolvidas
Um dos delegados responsáveis pelas investigações afirmou que os elementos reunidos apontam para uma rede de influência. A defesa de Lulinha contestou as alegações e afirmou que não existem provas concretas contra o investigado.
Estamos diante de indícios robustos de que há uma rede de influência que opera em favor de interesses privados usando o nome e a proximidade com o Palácio do Planalto
um dos delegados responsáveis pelas investigações
Não há qualquer prova concreta contra meu cliente. São conjecturas sem fundamento
o advogado
Trâmite no Supremo
O processo permanece em fase inicial no STF, sem decisão definitiva sobre a abertura do novo inquérito. As investigações anteriores seguem em andamento e ainda não produziram conclusões públicas.