O Distrito Federal conta agora com um protocolo estruturado na rede pública de saúde para o diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama, que integra a triagem nas unidades básicas de saúde até o suporte oncológico completo oferecido nos hospitais regionais.
Esse fluxo organizado busca reduzir o tempo entre a suspeita e o início da terapia, priorizando mulheres de 40 a 75 anos e homens, que representam cerca de 1% dos casos segundo o Inca, atendidos exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde local.
Etapas do protocolo de atendimento
O processo começa com o acolhimento na UBS mais próxima do paciente, onde é solicitada a mamografia de rastreamento, realizada nos hospitais ou por meio do projeto Peito Aberto. Quando há alteração, o usuário recebe consulta prioritária com mastologista, seguida de biópsia se necessário e início imediato do tratamento individualizado, que pode incluir cirurgia ou quimioterapia.
Rede hospitalar envolvida
A estrutura abrange unidades como HRS, HRAN, Hmib, HRL, Cesmu, HRSam, HRT, HRG, CRT e HRC, garantindo que o paciente transite de forma integrada entre os diferentes níveis de atenção sem interrupções no cuidado.
Benefícios do diagnóstico precoce
A iniciativa reforça que o acesso rápido ao cuidado representa a principal estratégia de combate ao câncer de mama, pois o diagnóstico em estágio inicial aumenta significativamente as chances de cura e melhora a qualidade de vida dos usuários da rede pública do Distrito Federal.