Faleceu nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, a desembargadora Maria de Lourdes Abreu, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), aos 73 anos. A magistrada estava afastada de suas funções para cuidar da saúde, conforme informações divulgadas pelo tribunal. Sua morte representa uma perda significativa para o Judiciário brasileiro, onde atuou por décadas em prol da justiça.
Trajetória no TJDFT
Maria de Lourdes Abreu integrou o TJDFT como desembargadora, contribuindo para importantes decisões judiciais no Distrito Federal. Sua carreira foi marcada por dedicação ao serviço público, com foco em questões jurídicas relevantes para a sociedade. Aos 73 anos, ela deixou um legado de compromisso com a ética e a imparcialidade no exercício da magistratura.
Afastamento por saúde
A desembargadora Maria de Lourdes Abreu estava afastada de suas funções para tratar de questões de saúde, o que a impediu de exercer suas atividades regulares no TJDFT nos últimos tempos. Esse período de licença reflete os desafios pessoais enfrentados por profissionais do Judiciário. Apesar do afastamento, seu impacto no tribunal permaneceu notável entre colegas e servidores.
Impacto da perda
A morte de Maria de Lourdes Abreu, aos 73 anos, deixa uma lacuna no TJDFT e no sistema judiciário como um todo. Profissionais do direito e a sociedade lamentam a partida de uma figura respeitada por sua integridade. O tribunal deve emitir notas oficiais em breve, honrando sua memória e contribuições.
Legado duradouro
O falecimento da desembargadora reforça a importância de reconhecer o trabalho de magistrados que dedicam suas vidas à justiça. Maria de Lourdes Abreu, afastada por saúde antes de sua morte, será lembrada por seu papel no TJDFT. Sua trajetória inspira novas gerações de juristas no Brasil.