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Deputado Fábio Felix é atingido por spray de pimenta por sargento da PMDF em Brasília

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Viatura da PMDF na Esplanada dos Ministérios em Brasília com lata de spray de pimenta no chão, ilustrando incidente com deputado.

Na tarde de 16 de fevereiro de 2026, o deputado distrital Fábio Felix (PSol), presidente da Comissão de Direitos Humanos, foi atingido por spray de pimenta no rosto por um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal. O incidente ocorreu na Galeria dos Estados, no Distrito Federal, após Felix questionar a prisão de uma organizadora do Bloco Rebu, que teria tentado impedir a condução de suspeitos de tráfico de drogas durante uma operação policial. A ação gerou tensão entre o parlamentar e a guarnição da PMDF, culminando no afastamento dos policiais envolvidos pelo secretário executivo da SSP-DF, Alexandre Patury.

Detalhes do incidente

Fábio Felix se apresentou aos policiais para averiguar a prisão da organizadora do Bloco Rebu. Ele questionou o sargento Kesley Henrique sobre os motivos da detenção, mas recebeu uma ordem de afastamento. Em seguida, o sargento disparou spray de pimenta no rosto do deputado, o que intensificou o confronto.

O parlamentar tentou dialogar com o capitão Dantas, mas sem sucesso inicial. A coronel Ana Paula também esteve presente na cena, conforme relatos. A guarnição da PMDF manteve sua posição durante o episódio, que ocorreu em meio a uma operação contra o tráfico de drogas.

Reação e desfecho

Diante da recusa em cumprir ordens, Fábio Felix deu voz de prisão ao policial envolvido. Alexandre Patury, secretário executivo da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), interveio e afastou a guarnição da PMDF do local. O incidente destaca tensões entre autoridades legislativas e forças policiais em contextos de direitos humanos.

Eu sou o deputado Fábio Felix e sou presidente da Comissão de Direitos Humanos, o que foi cometido desacato a autoridade. Estou dando voz de prisão.

A declaração de Felix reflete sua tentativa de impor autoridade no momento. Ele ainda afirmou:

Não, agora vou até o fim.

Essas falas ilustram a determinação do deputado em prosseguir com as medidas cabíveis. O caso pode gerar debates sobre o uso de força policial e o papel de parlamentares em fiscalizações de direitos humanos no Distrito Federal.

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