Gutemberg Marinho dos Santos, de 38 anos, que trabalha no bar há 14 anos, descreveu o momento de pânico quando o incêndio começou por volta das 20h em uma padaria vizinha. Segundo ele, o estabelecimento ainda estava enchendo de clientes, e a prioridade imediata foi evacuar todos com segurança. As chamas se espalharam rapidamente devido ao forro de madeira dos prédios, tornando a situação ainda mais alarmante. “Os bombeiros controlaram as chamas embaixo, mas o fogo avançou muito rápido pelo teto do prédio. Foi assustador”, relatou Gutemberg, destacando como o material inflamável acelerou a propagação e transformou um incidente isolado em uma ameaça maior para as estruturas ao redor.
O tenente Éber Silva, do Corpo de Bombeiros, confirmou que apenas uma vítima precisou ser transportada ao hospital por inalação de fumaça, sem registro de feridos graves. “Foi um grande incêndio, mas não houve feridos”, enfatizou o oficial, ressaltando a eficiência da resposta inicial que evitou tragédias maiores. A perícia ainda vai determinar a real extensão dos danos, incluindo quantas lojas foram afetadas e o ponto exato de origem das chamas, o que pode revelar falhas em estruturas antigas e inflamáveis como o forro de madeira.
Para o público jovem, que muitas vezes frequenta esses espaços sociais, o episódio serve como lembrete da importância de medidas de segurança em locais públicos, embora o tom neutro aqui foque nos fatos: a rápida ação dos envolvidos minimizou riscos, mas a investigação segue para esclarecer causas e prevenir futuros incidentes semelhantes.